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Festa Literária de Anchieta reúne autores, música e atividades culturais no sábado para mais de 5 mil pessoas

Evento gratuito na Praça Nazaré faz parte do calendário do Rio Capital Mundial do Livro com músicas e atividades culturais

A Festa Literária de Anchieta (Flian) será realizada no próximo sábado (13), a partir das 9h, na Praça Nazaré, e promete transformar o espaço público em um grande encontro entre escritores, artistas, educadores e leitores de todas as idades. A expectativa dos organizadores é receber cerca de 5 mil pessoas ao longo do dia. A programação é gratuita e busca valorizar a leitura como prática coletiva, aproximando a comunidade de iniciativas culturais acessíveis e inclusivas.

Realizada pela biblioteca comunitária A Casa Amarela, a Flian integra oficialmente o calendário do Rio Capital Mundial do Livro, projeto reconhecido pela Unesco que destaca a cidade como polo de difusão literária e cultural em 2025. Essa inserção garante maior visibilidade ao evento e reforça a meta de democratizar o acesso à leitura, fortalecendo iniciativas locais que dialogam com a comunidade. Ao reunir mais de 60 autores independentes, o festival se soma a outras ações do programa e se consolida como espaço de diversidade e encontro.





Foto: Divulgação

A programação contará com feira de livros, apresentações culturais, rodas de conversa com escritores, feira de mulheres empreendedoras, além de brincadeiras e oficinas voltadas ao público infantil. Na parte musical, os destaques ficam para o show do palhaço Topetão, às 16h, e da banda Imaginasamba, às 18h, encerrando a programação em clima festivo.

Um dos pontos altos do evento é o Concurso de Redação e Poesia, aberto a estudantes e moradores da região a partir de 10 anos. A iniciativa busca revelar e incentivar novos talentos literários, premiando as melhores produções. Para estimular a participação em grupo, a escola que obtiver o maior número de inscritos receberá uma menção honrosa especial, como reconhecimento ao esforço coletivo de incentivo à leitura e à escrita.

Além de proporcionar momentos de lazer e integração, a festa também reforça o papel social do livro como instrumento de transformação. Para Samara Ferreira, bibliotecária da Casa Amarela e uma das responsáveis pela organização, o acesso ao conhecimento é um direito que precisa ser democratizado. “O livro é um artigo de primeira necessidade, deve estar ao alcance de todos. A Flian nasceu para democratizar o acesso ao conhecimento e à cultura, acreditando que a leitura tem o poder de transformar vidas”, afirma.

A programação da Flian contempla diferentes públicos e perfis de leitores, desde crianças em fase de alfabetização até adultos e idosos que encontram na literatura um espaço de expressão e reflexão. Segundo os organizadores, a diversidade de atividades reflete a missão de aproximar a literatura da vida cotidiana, tornando a leitura mais atrativa e inserida no convívio social.

O evento é financiado por meio do Edital Feiras Literárias, Edição Rio Capital Mundial do Livro, parte da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), e conta com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Para os idealizadores, esse incentivo é fundamental para a realização de projetos que buscam fortalecer a produção literária e garantir que o livro e a leitura ocupem espaços centrais nas comunidades.

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