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Plano Nacional de Educação é discutido no seminário estadual em Recife

Evento foi organizado por Tábata Amaral (PSB-SP) e Pedro Campos (PSB-RE), que reuniram gestores públicos e profissionais da educação para falar do projeto

Por: Maria Eduarda de Souza Galdino

Seminário estadual sobre o Plano Nacional de Educação realizado em Recife. Foto: Lula Carneiro

O Plano Nacional de Educação (PNE) foi debatido na Assembléia Legislativa de Pernambuco, no Recife, na última segunda-feira (04). O evento faz parte de uma série de encontros nacionais para que políticos e profissionais da educação possam discutir desafios e objetivos para implementação do projeto no Brasil.

Tabata Amaral (PSB-SP) esteve presente no evento como organizadora e expressou o desejo da aprovação do projeto na Câmara dos Deputados, assim como foi a proposta do Pé-de-meia. “Vamos trabalhar para aprovar esse ano o PNE no Congresso, para que a gente possa começar 2026 com ainda mais fôlego e com ainda mais capacidade de lutar por uma escola pública de qualidade”, disse.

O objetivo do Plano Nacional de Educação é ampliar o direito à educação de alto nível nas escolas públicas no Brasil. O plano está proposto no Projeto de Lei nº 2.614/2024, que está em curso na Câmara dos Deputados e aguarda a análise no relator da Comissão Especial. A Senadora Teresa Leitão, presidente da Comissão de Educação da Casa Alta, disse que o PNE deve ser revigorado, ampliado e aperfeiçoado pelas deliberações da conferência.

Se o PNE for aprovado, novas políticas públicas vão ser planejadas para que instituições educacionais dos estados e municípios possam receber mais assistência. Entre as metas do plano, estão a redução de desigualdades educacionais, garantir a alfabetização, expansão do acesso à tecnologia na educação e aumentar a permanência dos alunos na escola.

Pedro Campos (PSB-PE) também organizou o evento em Recife e pontuou que a educação brasileira possui um passado doloroso, marcado por muitas desigualdades que afetam a sociedade até hoje. O deputado ressaltou que o PNE está preso a muitos desafios resultados da educação sucateada do Brasil, mas também afirmou que a escola pública também é o caminho para a transformação social.

“Temos o desafio de elaborar um PNE diante de um futuro incerto, da tecnologia que avança com muita velocidade e que a gente não sabe nem como é que vai ser o mundo daqui a dez anos […] Através da educação precisamos conseguir que o Brasil deixe de ser o país das desigualdades, dos marginalizados, dos esquecidos, dos dez milhões de analfabetos, pra ser um país verdadeiramente soberano e democrático”, disse.

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