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The Social Reckoning: saiba mais sobre a sequência do filme A Rede Social

Foto: Divulgação / Filme "A Rede Social"

Foto: Divulgação / A Rede Social

O novo longa será baseado no caso “The Facebook Files”, um vazamento de documentos da plataforma divulgados pelo The Wall Street Journal.

A sequência do filme “A Rede Social” (2010), intitulada The Social Reckoning, tem previsão de lançamento para 9 outubro de 2026. A continuação será dirigida e escrita por Aaron Sorkin e protagonizada por Jeremy Strong.

A obra original seguiu a história da criação do Facebook, que tornou Mark Zuckerberg bilionário. Desta vez, a trama será inspirada nas controvérsias reveladas pelo caso “The Facebook Files”, publicados pelo The Wall Street Journal em 2021.

Sucesso do primeiro filme

Foto do filme A Rede Social
Foto: Divulgação / A Rede Social

A Rede Social retrata os bastidores da fundação do Facebook pelo estudante de Harvard Mark Zuckerberg, incluindo as complicações legais e pessoais enfrentadas em sua trajetória. Protagonizado por Jesse Eisenberg, o filme foi dirigido por David Fincher com roteiro de Aaron Sorkin e Ben Mezrich, baseado no livro “The Accidental Billionaires”.

Em 2011, foi indicado a oito categorias do Oscar, incluindo a de Melhor roteiro adaptado, recebido por Aaron Sorkin. O filme foi sucesso de bilheteria e conquistou mais de 200 milhões de dólares mundialmente, mesmo com o orçamento de US$ 40 milhões.

Zuckerberg, em entrevista ao The Guardian, expressou que, em seu ponto de vista, a produção exagerou em diversos aspectos de sua vida, e alegou que o roteiro continha inverdades.

A história da continuação

Na nova produção, a história será baseada no caso “The Facebook Files”. O roteiro se concentra nos documentos internos vazados por Frances Haugen, ex-funcionária da empresa, com apoio do jornalista Jeff Horwitz, que revelou práticas controversas da rede social.

Os artigos do Wall Street Journal mostraram que a companhia tinha ciência dos riscos de seus algoritmos para usuários, mas parecia optar por manter estratégias que priorizavam engajamento e lucro. Entre os pontos revelados estão:

  • Proteção para perfis “VIP”, como políticos e celebridades, que eram isentos de certas regras de moderação aplicadas a usuários comuns;
  • Pesquisas internas comprovando danos à saúde mental de adolescentes, especialmente meninas. Em paralelo, a empresa mirava em atrair o público pré-adolescente;
  • O uso da rede para disseminar discurso de ódio, desinformação e facilitar crimes graves, incluindo tráfico humano.

Frances Haugen afirmou, em entrevistas, que sua intenção não era prejudicar a companhia, mas incentivar melhorias. Já Zuckerberg declarou em conferência que os documentos foram usados para criar uma “imagem distorcida” da empresa. Segundo ele, o Facebook buscava discutir seus impactos de forma transparente.

Elenco do filme

Jeremy Strong, conhecido pela série Succession, interpretará Mark Zuckerberg, hoje CEO do conglomerado Meta.

A engenheira Frances Haugen será vivida por Mikey Madison, vencedora do Oscar por Anora (2024). Já o jornalista Jeff Horwitz, do Wall Street Journal, terá papel de Jeremy Allen White, premiado com o Emmy por O Urso.

O elenco também traz Bill Burr, comediante e ator conhecido por Breaking Bad e Tiozões.


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