Líder do Governo Zema destaca que a medida fortalece as finanças públicas e abre caminho para novos investimentos estratégicos no estado
O estado de Minas Gerais conquistou uma significativa vitória fiscal no Congresso Nacional com a derrubada dos vetos ao Programa de Parcelamento e Regularização de Débitos (PROPAG). A medida, cuja aprovação é vista como um passo fundamental para a reorganização das finanças públicas estaduais e a viabilização de investimentos estratégicos, é resultado de uma intensa articulação da bancada mineira.
O movimento foi capitaneado pelo deputado federal Zé Silva (Solidariedade-MG), líder do governador Romeu Zema no Congresso. Zé Silva demonstrou confiança na derrubada do veto presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à proposta, que é de grande interesse para estados com débitos elevados.

O tema é crucial para Minas, que acumula uma dívida de R$ 160 bilhões com a União, valor inflacionado por juros. Além de Minas, estados como Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Goiás também enfrentam dívidas altíssimas.
Reforçando a necessidade de solução para o passivo, Zé Silva destacou: “O governo federal não é banco, não é agente financeiro para enriquecer, para ficar cobrando multa, juros. Se houver uma união dos governadores e as bancadas desses Estados [membros do Cosud, Consórcio dos Estados do Sul e Sudeste], falta muito pouco para nós derrubarmos os vetos”.

A derrubada dos vetos ao PROPAG permite que o estado utilize o programa para regularizar e parcelar débitos, injetando recursos nos cofres públicos e oferecendo uma solução para os contribuintes. O líder mineiro confirmou a relevância da decisão. “A decisão representa um avanço para o estado, ao ampliar a capacidade de reorganização das finanças públicas e favorecer investimentos em setores estratégicos”, explicou.
A atuação integrada e coordenada dos congressistas mineiros foi apontada como o fator determinante para assegurar o acordo. “A derrubada dos vetos reafirma a relevância da união em torno de pautas consideradas essenciais para o desenvolvimento regional e para o equilíbrio fiscal do estado”, concluiu Zé Silva, reforçando que o resultado fortalece o posicionamento de Minas Gerais no cenário nacional.












