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Telemedicina mostra alta resolutividade: 87% dos pacientes recebem alta sem consulta presencial

Através da telemedicina, pacientes não precisaram se deslocar para atendimentos básicos, como por exemplo, Clínico-Geral.

Levantamento da Conexa aponta impacto na economia de custos e na democratização do acesso à saúde

Um levantamento da Conexa, ecossistema digital de saúde física e mental, analisou mais de 3,7 milhões de atendimentos digitais realizados nos últimos três anos e revelou que 87% dos pacientes receberam alta médica sem necessidade de consulta presencial. O dado reforça o papel da telemedicina na redução da sobrecarga do sistema de saúde.

Através da telemedicina, pacientes não precisaram se deslocar para atendimentos básicos, como por exemplo, Clínico-Geral.
Segundo o levantamento da Conexa, a telemedicina democratiza o acesso ao atendimento médico de qualidade e ágil. Foto: Reprodução/Freepik

Além da resolutividade, o modelo gera economia: como o custo médio de uma consulta virtual é seis vezes menor do que o de um atendimento presencial, o uso da plataforma resultou em uma redução de R$ 9,4 milhões aos cofres da saúde nos últimos três anos.

“A capacidade de resolver a maioria dos casos em ambiente digital, sem comprometer a qualidade da assistência, mostra como a tecnologia se consolidou como aliada essencial do sistema de saúde. É um caminho sem volta, com impacto direto na sustentabilidade do setor”, afirma o CEO da Conexa, Guilherme Weigert.

Perfil dos usuários da Telemedicina

A faixa etária entre 21 e 40 anos representa a maioria dos usuários da Conexa (52,5%), com predominância feminina (58,6%). Entre os estados que mais utilizam os serviços estão São Paulo (30,3%), Rio de Janeiro (16,8%), Rio Grande do Sul (8,1%) e Minas Gerais (7,3%).

Na análise por especialidades, o Clínico-Geral lidera a procura, seguido por Ginecologia, Psiquiatria e Endocrinologia, evidenciando a versatilidade da saúde digital para atender demandas diversas.

“Todos esses números confirmam que a saúde digital tem capilaridade, é democrática e atende bem a um público cada vez mais conectado, que busca soluções rápidas, acessíveis e resolutivas para cuidar da saúde”, conclui Weigert.

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