Plataforma assume integralmente chargebacks e registra taxa até cinco vezes menor que a média do mercado.
O avanço das vendas digitais de ingressos trouxe praticidade para o público e escala para os produtores de eventos, porém também ampliou os desafios relacionados a fraudes com cartões clonados e dados roubados.
Nesse cenário, a Byma, uma nova plataforma de ticketeria, vem chamando atenção ao adotar um modelo incomum no setor, assumindo integralmente o risco financeiro de chargebacks causados por fraude, garantindo que o produtor não tenha prejuízo nessas situações.
Segundo a empresa, a estratégia é sustentada por um sistema antifraude baseado em machine learning e análise de dados em tempo real, que se mostra capaz de identificar rapidamente padrões de comportamento fora do normal durante a jornada de compra.
A proposta principal é equilibrar segurança e experiência do usuário, evitando etapas extras como múltiplos captchas, tokens e validações por SMS que podem aumentar o abandono de carrinho.
Ao longo de 12 anos de operação, o método resultou em uma taxa de chargeback de apenas 0,3%, enquanto a média do mercado varia entre 1% e 1,5%, representando uma eficiência até cinco vezes maior na prevenção de fraudes em comparação com outras soluções do setor.
O sistema considera o histórico do usuário como um dos principais fatores de análise; Perfis com comportamentos suspeitos são automaticamente sinalizados e passam por revisão manual de uma equipe especializada. Além disso, a plataforma monitora em tempo real variáveis técnicas como mudanças de IP, quantidade de dispositivos utilizados e inconsistências cadastrais.
Cada interação do comprador gera um “score de confiança”, calculado a partir do modo de navegação até os dados de pagamento. As informações pessoais e bancárias passam por verificações automatizadas e cruzamento em múltiplas camadas de dados para detectar indícios de fraude antes da conclusão da transação.
De acordo com a empresa, o resultado é uma jornada de compra mais fluida, com menos barreiras para o consumidor legítimo e resposta imediata em casos suspeitos. Além de reduzir drasticamente os chargebacks, o modelo contribui para aumentar a taxa de conversão de vendas e a confiança no ambiente digital de comercialização de ingressos.












