– Foto: Reprodução/ Instagram
O lançamento da obra está previsto para 6 de setembro, em São Paulo.
O primeiro livro da socióloga paulista Izelda Amaral, “No ar da ditadura”, traz de volta os eventos do período ditatorial no Brasil. A obra é baseada a partir das histórias que Izelda presenciou durante a época entre 1969 e 1971. Embora apresente um dos momentos mais violentos do país, Izelda encontra espaço para trazer amor, sensibilidade, contradições, e memória.
A narrativa acompanha um casal desde a vida universitária, em Araraquara, até a prisão e tortura pela Operação Bandeirante, em São Paulo. Quase 50 anos mais tarde, a escritora retoma esses episódios para falar sobre o impacto da violência política e a importância da democracia. Duas forças em disputa no cenário atual brasileiro que não diferem do seu passado.
Um lembrente para não esquecer
De acordo com Izelda, o livro é um documento histórico e serve como uma homenagem a todos que resistiram à ditadura, trazendo à tona a memória do país, cuja história será levada às novas gerações para jamais serem esquecidas.

É uma leitura fundamental para entender esse passado da história do Brasil marcado pela violência e o medo, mas também pulsante de afeto e coragem apesar das perdas e do sofrimento.
Uma escritora estreante
Izelda Amaral nasceu em Piracicaba, no interior de São Paulo, em 1947. É socióloga pós-graduada em Globalização e Cultura.
O lançamento do livro ocorreu na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip 2025), que neste ano aconteceu entre 30 de julho e 3 de agosto. A autora está lançando seu livro em várias cidades pelo Brasil.
A estreia oficial acontecerá em 6 de setembro, às 15h, na Vila Buarque, em São Paulo, na livraria Martins Fontes. Fica lado do Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 309.
O livro já está em pré-venda no site da Editora Mireveja.












