Três artistas recriam a atmosfera criativa do Parque Lage em celebração aos seus 50 anos
A exposição “Parque”, em cartaz na Galeria de Arte IBEU, no Jardim Botânico – RJ, estará disponível para o público até esta sexta-feira (05). A mostra reúne pinturas, desenhos e esculturas dos artistas e professores, Bernardo Magina, Bruno Miguel e Pedro Varela, que convidam o público a mergulhar em paisagens fantásticas, onde realidade e imaginação se entrelaçam.
O está Jardim Botânico está localizado na Rua Maria Angélica, 168 – RJ, e os horários de visitação são de segunda a quinta, das 13h às 19h, e às sextas a partir das 12h às 18h, com entrada gratuita.
Caminhos que se uniram
Bernardo Magina, Bruno Miguel e Pedro Varela tiveram suas trajetórias conectadas pelo Parque Lage, espaço que marcou suas formações e práticas. Juntos, reúnem pesquisa, experiência e diversidade de linguagens para propor, na exposição, um olhar expandido sobre a paisagem, onde natureza, história e imaginação se encontram.
Nascimento do projeto
A mostra “Parque” foi criada para celebrar os 50 anos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e nasceu como uma espécie de jam session: cada artista levaria suas obras e, juntos, construiriam o espaço da mostra. O improviso, no entanto, ganhou forma em torno de um elo comum, a paisagem, entendida aqui como conceito expandido. Natureza, história, provocação, selfie, liberdade, educação, piscina, biblioteca, macaco, café, mas restaurante, não.

Propósito envolvido
A ideia era fazer com que o espectador fosse como um visitante de um parque. O projeto busca proporcionar um momento contemplativo, provocador, educativo ou lúdico. Além disso, pretende ser um ambiente para encontros, silêncios e descobertas.
Nesta experiência, a natureza se entrelaça com as marcas do tempo, que podem ser vistas no palacete, nas cavalariças, nos restauros, nos cafés e nos gestos cotidianos que transformam o Parque Lage em território de vida e arte.

O que poderão ver?
O público encontrará pinturas, desenhos, colagens e esculturas. Mas o principal foco é apresentar linhas, cores e espaços que não trazem respostas prontas. Bernardo, Bruno e Pedro apostaram na subjetividade, que possibilita o uso da imaginação de quem percorre a mostra.
“Parque” é também um exercício de memória. Professores que já foram alunos retornam à origem de sua formação artística para propor novas narrativas. A Galeria de Arte IBEU torna-se uma extensão do Parque Lage, um espaço de experimentação que se constrói a muitas mãos.












