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Mini Menu, a marca especialista em introdução alimentar e comida saudável para crianças

Reprodução/Instagram @mini.menu

Conheça a história por trás da pioneira no desenvolvimento de refeições prontas e saudáveis para bebês

O empreendimento surgiu em 2017 graças às irmãs Marcela e Rafaela Pontual, mães que sofriam grande dificuldade em encontrar alimentos saudáveis no mercado da alimentação infantil.

Tiveram então, a ideia de desenvolver a própria marca de refeições saudáveis para bebês de até três anos, que recebeu o nome de Mini Menu. Para isso, juntaram um time de nutricionistas especializadas. 

Na lista dos nomes desses profissionais estão Luciana Sultanum, chefe de cozinha e idealizadora do cardápio, formada pelo INSTITUT PAUL BOCUSE em Lyon, França.

Lais Thorpe, nutricionista especializada em alimentação infantil, Bruna Alcantara, pediatra, Luciana Nunes, também nutricionista, Manu Tenório, chef do Manu Tenório Café e Bruna Franco, pós graduada em nutrição hospitalar.

Marcela e Rafaela fizeram pesquisas sobre os melhores processos de fabricação, conservação e distribuição, e começaram com um delivery em Recife.

 Hoje, a Mini Menu também conta com uma loja física no Shopping Rio Mar, também em Recife.

Cardápio Mini Menu

Mini Menu
Reprodução/Instagram @mini.menu

O cardápio da Mini Menu traz 11 categorias diferentes: Lanchinhos, pratinhos, bolinhos, sopinhas, amassadinhos, creminhos, risotinhos, suquinhos, açaí, polvilhos e acessórios.

Todas as refeições são feitas sem conservantes e possuem registro da Anvisa.

A alimentação infantil no Brasil

Reprodução/Pexels

Dados do ENANI (Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil) revelaram que a alimentação infantil é marcada por um alto consumo de alimentos ultraprocessados, atingindo cerca de 93% das crianças entre 2 a 5 anos e 80% dos bebê, além do baixo consumo de frutas e hortaliças.

A alimentação infantil também enfrenta outros entraves como a desnutrição, que afeta principalmente a região norte do país, pobreza alimentar e obesidade. 

Outra grande questão é a distribuição das merendas escolares. Muitas escolas ou não a oferecem, ou oferecem alimentos de baixa qualidade e com poucos nutrientes.

A consequência de tudo isso são crianças crescendo desnutridas e com potencial para desenvolver outros problemas de saúde como anemia, diabetes, colesterol alto e falta de vitaminas importantes para o funcionamento humano. 

No último dia 09, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que amplia de 30% para 45% o mínimo de recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), responsável pela alimentação das crianças da rede pública.

O aumento passa a valer a partir de 01 de janeiro de 2026. 

A lei prevê a variabilidade dos alimentos, além de exigir que o fornecimento dos insumos continue vindo da agricultura familiar, e proibir que as escolas recebam alimentos próximos da validade.

A Mini Menu será, sem dúvidas, uma grande aliada dos pais na alimentação de suas crianças.

Reprodução/Pexels

Além de proteger diretamente a saúde dos estudantes, a exigência de prazo de validade mínimo contribuirá para evitar desperdícios de recursos e alimentos, pois reduz a probabilidade de descarte de produtos vencidos antes do consumo.” – disse o deputado Florentino Neto à Agência Brasil.

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