Cursos de inglês como CCAA, Cultura Inglesa, Brasas, WiseUp e Uptime, possui pontos positivos e negativos. Veja cuidados
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Escolher um curso de inglês costuma gerar dúvidas entre estudantes e famílias. Com a grande quantidade de escolas, metodologias e preços disponíveis no mercado, acertar na decisão nem sempre é simples. Para ajudar nessa tarefa, um professor com longa experiência em sala de aula analisou diferentes opções em um vídeo publicado no YouTube, avaliando prós e contras de metodologias tradicionais, cursos voltados a crianças e programas focados no estudo autodidata.
A importância da orientação
Segundo o professor, a experiência de um educador pode ser decisiva na hora de filtrar as informações. “Um professor consegue te guiar exatamente no processo de onde você se encaixa melhor, o que facilita tempo e dinheiro”, destacou.

Um bom professor consegue te guiar melhor no processo Foto: Divulgação
Cursos voltados para crianças
Entre as escolas avaliadas, o CCAA foi apontado como altamente recomendado para crianças a partir dos 6 ou 7 anos. A metodologia utiliza músicas, recursos modernos e um vocabulário considerado rico. O custo-benefício é visto como positivo, com mensalidades acessíveis e material infantil mais barato. Para adultos, porém, o material ainda passa por ajustes e pode ser considerado mais complexo.
Metodologias tradicionais
Duas escolas de tradição no ensino de inglês — Brasas e Cultura Inglesa — foram avaliadas.
- Brasas: baseada na repetição intensiva, criada ainda durante a Segunda Guerra. Segundo o professor, o método ajuda a pensar diretamente em inglês, mas pode ser cansativo tanto para estudantes quanto para docentes. O custo é considerado elevado.
- Cultura Inglesa: historicamente ligada ao inglês britânico, hoje mais aberta ao inglês internacional. O foco em certificações da Universidade de Cambridge é um diferencial, mas o custo do material e das mensalidades é apontado como alto. Além disso, muitos alunos, mesmo após anos de curso, podem enfrentar dificuldades na conversação.
Modelos de estudo híbrido
A Uptime adota uma metodologia que exige disciplina: o aluno estuda sozinho durante seis dias e, no sétimo, participa de aulas presenciais. O objetivo é testar a comunicação prática. Apesar de atraente, o modelo já enfrentou falhas na entrega de materiais, o que pode comprometer o avanço em níveis mais complexos. Para atingir a fluência, há um curso adicional, chamado “mestrado”.

Muitas vezes, a dedicação é o fator decisivo para aprender o idioma foto: Divulgação
Cursos para adultos
A WiseUp é voltada principalmente para adultos e adolescentes. O método valoriza a conversação e aborda temas considerados mais maduros. Para o professor, a metodologia é eficaz, mas exige dedicação intensa e estudo autônomo. O ponto negativo é o preço: o material didático é considerado “muito caro”.
Custos, perfis e decisões
O especialista reforça que a escolha deve ser feita com base no perfil do aluno e nos objetivos de aprendizagem. “Você tem que ver qual é o seu perfil e o que se encaixa. Levar em consideração tudo que eu expliquei aqui”, afirmou. Ele também convidou os espectadores a sugerirem novos cursos para futuras análises.
Contexto do setor
O mercado de cursos de inglês no Brasil é avaliado em mais de R$ 10 bilhões anuais, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Com a alta competitividade, escolas buscam diferenciais que vão desde a tecnologia até o foco em certificações internacionais. Para famílias e estudantes, a decisão entre custo, qualidade e perfil adequado continua sendo um desafio.
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