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Animação brasileira em destaque em 2025

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Longas nacionais chegam a festivais e salas de cinema, revelando diversidade de estilos e conquistando prêmios

O ano de 2025 foi marcado por uma safra inédita de animações brasileiras. Produções lançadas em festivais internacionais e nacionais, além de estreias comerciais, mostraram a força criativa dos estúdios e diretores do país.

Fabulosos João e Maria

Dirigido por Arnaldo Galvão, o longa é uma releitura contemporânea do conto dos Irmãos Grimm.

O filme conta sobre os irmãos João e Maria que fogem de um reformatório e se aventuram em uma floresta misteriosa, onde encontram figuras inesperadas.

Produzido pela UM Filmes, contou com roteiro de Flavio de Souza e trilha de Luiz Macedo.

A estreia ocorreu em fevereiro nos cinemas, após pré-lançamento no Rio de Janeiro.

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Foto: Divulgação

Mundo Proibido

Produzido por Alê Camargo e Camila Carrossine, mistura ação, humor e ficção científica.

O filme conta sobre o casal de aventureiros espaciais Fuji e Lydiam parte em busca de um planeta perdido, enfrentando desafios intergalácticos.

Estreou em março nos cinemas de São Paulo e Belo Horizonte, com sessões gratuitas em CEUs e circuito popular.

Foi indicado ao Grande Otelo da Academia Brasileira de Cinema em categorias como Roteiro Original e Direção de Arte.

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Foto: Divulgação

Abá e Sua Banda

Dirigido por Humberto Avelar, estreou em abril nos cinemas após passagem pelo Festival de Gramado 2024.

No longa, o príncipe Abá decide formar uma banda com os amigos Ana e Juca, mas precisa lidar com a ameaça de Don Coco, que coloca o reino em perigo.

O filme conquistou prêmios como Melhor Filme Oficial do Júri no Epic ACG Fest (EUA), Melhor Filme de Animação no Kids Festival (Málaga, Espanha) e Melhor Filme no Ecocine (Brasil).

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Foto: Divulgação

Glória & Liberdade

De Letícia Simões, é o primeiro longa de animação cearense a integrar a mostra competitiva do Olhar de Cinema, Festival Internacional de Curitiba.

A obra fala da documentarista Glória, que percorre o Brasil em 2050 em busca de respostas sobre a história de um país marcado por divisões e revoltas.

Estreou em junho e marcou presença inédita na competição.

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Coração das Trevas

Dirigida por Rogério Nunes, inspirada no livro de Joseph Conrad. contando sobre o policial Marlon, que é enviado para localizar o misterioso Capitão Kurtz, desaparecido em uma região cercada de mistério.

O longa teve sua estreia em outubro no Festival do Rio e também integrou a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O elenco de vozes inclui Caio Blat e Babu Santana.

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Nimuendajú

Feito por Tania Anaya, narra a trajetória do etnólogo alemão Curt Unckel, batizado pelos Guarani como Nimuendajú.

Estreou em junho no Festival de Annecy (França) e também foi exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

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Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil

Dirigido por João Amorim, estreou em julho nos cinemas. Conta sobre os irmãos Thiago e Ísis, acompanhados do pai João, que exploram os rês biomas brasileiros em uma jornada, combinando animação, live-action e fantoches.

Foi inspirado em uma série exibida no Canal Futura e TV Brasil, foi lançado no mesmo ano da COP30.

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Nosso Louco Amor

Dirigido por Nelson Botter Jr., estreou em setembro no Reag Belas Artes, em São Paulo, com distribuição da Pandora Filmes.

A trama mistura romance e comédia em animação 2D, acompanhando diferentes casais em situações inusitadas.

Recebeu indicações em festivais internacionais e foi exibido em circuito restrito.

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Papaya

Dirigido por Priscilla Kellen, com produção de Letícia Friedrich e coprodução de Alê Abreu e Birdo Studio.

A protagonista é uma pequena semente de mamão chamada Papaya, apaixonada pela ideia de voar e determinada a não se enraizar.

Estreou em outubro no Festival do Rio e foi selecionado para a Berlinale 2026. O elenco de vozes inclui Tulipa Ruiz e Aretha Garcia.

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Revoada – Versão Steampunk

Segundo longa de Ducca Rios, estreou mundialmente na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em outubro.

Ambientado no sertão nordestino, mistura o universo do cangaço com estética steampunk, que conta sobre um jovem cangaceiro parte em busca de vingança contra os inimigos que destruíram seu grupo.

Produzido pela Origem Content, foi destaque na competição de Novos Diretores.

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Eu e Meu Avô Nihonjin

Dirigido por Célia Catunda, criadora de Peixonauta e O Show da Luna!, estreou em outubro nos cinemas brasileiros.

Produzido pela Pinguim Content e distribuído pela H2O Films, é inspirado no livro Nihonjin, de Oscar Nakasato, vencedor do Prêmio Jabuti. O elenco de vozes inclui Ken Kaneko e Pietro Takeda.

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Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul

Dirigido por Alê Camargo e Jordan Nugem, estreou em dezembro nos cinemas.

A obra mostra a jovem indigena Tainá, que treina para se tornar Guardiã da Amazônia e parte em uma missão para proteger a floresta.

A cantora Fafá de Belém dá voz à Mestra Aí, bicho-preguiça ancestral que treina Tainá.

O filme reforça a mensagem ambiental e foi exibido no Festival do Rio.

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