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Aliado de Trump, Charlie Kirk, morre após ser baleado em evento universitário

Charlie Kirk (31) discursava durante um evento da turnê “American Comeback Tour” na Utah Valley University e foi morto com um tiro.

A polícia americana investiga o ataque a Charlie Kirk, influencer e aliado de Trump, que foi atingido por um tiro no pescoço enquanto realizava uma palestra na Universidade de Utah, nesta quarta-feira (10). Ele foi levado às pressas ao hospital, mas não resistiu. Segundo informações do FBI, o disparo teria vindo de um prédio a cerca de 180 metros do local. O ativista tinha 31 anos.

Na manhã desta quinta-feira (11), policiais informaram ter localizado a arma do crime: um fuzil de alta precisão. O armamento foi encontrado em um bosque próximo à universidade.

Segundo os agentes, também foram obtidos vídeos que mostram com clareza o rosto do suspeito. No entanto, as imagens e detalhes sobre sua identidade não foram divulgados. A polícia adiantou apenas que o atirador aparenta ter “idade de universitário” e conseguiu se misturar entre os estudantes da instituição.

Quem é Charlie Kirk?

Kirk
Foto: Reprodução/redes sociais

Influenciador americano, suas ideias eram populares entre os jovens conservadores do país.

Charlie nasceu em 1993, em um bairro nobre de Chicago.

Ganhou reconhecimento em 2012, após publicar um artigo no Breitbart News, site conservador americano.

Era ativista e escritor. Fundou o Turning Point USA e era uma voz marcante no Make America Great Again.

Charlie frequentava emissoras de televisão e compartilhava com todos as suas opiniões sobre temas diversos, como: os arquivos do caso Epstein, o governo Trump e a liberdade de expressão.

O jovem também apresentava o podcast “The Charlie Kirk Show” e é autor de alguns livros, incluindo “The MAGA Doctrine: The Only Ideas that Will Win the Future” e “Right Wing Revolution”.

Trump se pronunciou sobre Kirk

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump utilizou as suas redes sociais para informar sobre a morte do influenciador.

Trump ordenou que por respeito ao ativista “todas as bandeiras americanas” sejam hasteadas a meio mastro até domingo (14).

O crime chocou o cenário político americano. Várias manifestações ocorreram entre ambos os partidos, que condenaram veementemente o ato e enfatizaram a necessidade de rejeitar a violência política.

Foto: Reprodução/X

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