A.I.L.A um jogo que mistura Resident evil e cyberpunk com referências a filmes clássicos de horror e terror psicológico
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Foi desenvolvido por um estúdio brasileiro, Pulsatrix, A.I.L.A aposta em um terror psicológico que tem seu estilo de jogo para provocar os seus maiores medos durante a história e revisitar memórias de fãs de jogos clássicos. Em primeira pessoa e com elementos ‘Cyberpunk’ e Silent Hill, o game foca na interatividade do usuário com a inteligência artificial, aprofundando no quesito sobre o que é virtual e o que pode ser real.
A.I.L.A um jogo de tensão e complexidade dentro de outro jogo
O jogo ocorre em 2035, Samuel, o protagonista, precisa usar a versão de teste A.I.L.A – Artificial Intelligence for Ludic Application (Inteligência Artificial para Aplicações Lúdicas) para avaliar todos os jogos antes de seu lançamento para o público. Porém, ao contrário das ferramentas tradicionais, que dependem de um comando para executar as ações e dar as respostas que o jogador precisa, há mais complexidade. Cada aplicação lúdica é uma fase, com mundo e ações específicas em cada um deles, ou seja, um jogo dentro do jogo.
Os cenários são sombrios criando um ar de solidão, o ambiente tem diversos elementos de interatividade, com uma pegada tecnológica futurista, porém com um clima de tensão e apreensão. Luzes de neon, céu cinza, clima chuvoso e um gato sendo companheiro: perceptíveis as inspirações em outras obras, como Black Mirror e Blade Runner.

A.I.L.A Jogabilidade ágil e gráficos com cenários incríveis e imersivos
Os gráficos não possuem um realismo como os outros jogos de acordo com jogadores, porém os desenvolvedores do Pulsatrix Studios utilizaram em A.I.L.A ferramentas Unreal Engine 5 para construir os cenários e ficarem mais imersivos. O Lumen, sistema de iluminação global e reflexão em tempo real e a MetaHuman, ferramenta para criar humanos digitais realistas, dão o equilíbrio perfeito para o que a história pede: sensorialidade e interatividade. As cores tanto a falta ou excesso delas equilibram a situação. Frases feitas, sussurros e até a falta de som ampliam sua atenção no jogo.
A jogabilidade de A.I.L.A é bem simples e ágil no game. Controlar o personagem não precisa ter uma boa coordenação motora para apertar vários botões ao mesmo tempo, como jogos antigos. O HUD, responsável por projetar informações importantes para o jogador, é intuitivo e de fácil navegação, não é preciso acessar vários menus para alternar entre ferramentas e as armas, por exemplo. Atalho para virar a direção foi adicionado, sendo muito útil em momentos de fuga e outras opções ao longo da história do jogo.
O jogo foi lançado no dia 25 de novembro e está disponível na Steam, Xbox e PS5.












